Oficiais de Justiça reclamam da pouca quantidade de notebooks para trabalhar

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Oficiais de Justiça reclamam da pouca quantidade de notebooks para trabalhar
No ano de 2010, mais precisamente, no dia 19 de agosto, o SOJUSTO – Sindicato dosOficiais de Justiça Avaliadores do Estado do Tocantins, protocolou expedientejunto ao TJTO – Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins requerendo um notebook para cada Oficial de Justiça Avaliador para que estes servidores possam desenvolver suas atribuições com maior celeridade e profissionalismo.

Como não houve resposta,  SOJUSTO reiterou omesmo pedido no dia 11 de dezembro de 2011, visto de que misteriosamente, oprimeiro documento havia “desaparecido”.

Passados dois  anos desde o primeiro requerimento,o presidente do SOJUSTO,  Roberto Faustino recebeu informação da Diretoria do Forum de Palmas que se encontra apenas quatro Notebooks à  disposição dos 32 Oficiaisde Justiça da Capital em efetivo trabalho.

À oportunidade, Roberto Fustino deixou  claro que o pedido era um notebook para cada Oficial de Justiça, tendo ouvido do Diretor do Forum que apenas as Comarcas de Palmas, Araguaína e Gurupi receberam quatro equipamentos,as demais comarcas, apenas um.

O Diretor do Forum de Palmas, também ressaltou que os equipamentos não poderiam ser entregues apenas para uma pessoa, já que seriam de uso comum de todos os Oficias de Justiça-Avaliadores.

Diante desse impasse, onde 32 oficiais de Justiça-Avaliadores  teriam à sua disposição apenas quatro notebooks,o SOJUSTO realizou uma reunião na tarde de ontem 21, com os Oficiais de Justiçade Palmas,  quando reconhecem o empenhoda presidência do TJTO em adquirir os  equipamentos. No entanto, lembram  que à época da solicitação não havia sido implantado o sistema virtual dos processos (e-Proc).

“Com a implantação desse sistema,  houve mudanças significativas no procedimento dos Oficiais de Justiça, ou seja, o Oficial agora deverá estar conectado a internet, proceder à impressão dos mandados, só depois, diligenciar para cumpri-los, e após, scanner e devolvê-lo virtualmente”, explica opresidente do SOJUSTO.

Para os Oficiais de Justiça, diante dessa nova realidade, eles necessitam de novas ferramentas para o cumprimento dos mandados, não apenas notebook, mas, também, impressora e scanner portátil, moldem e GPS.

 

“É necessário adquirir  mais scanners e impressora para a sala dos Oficiais de Justiça do Fórum de Palmas,  já que  das três impressoras existentes naquele local, apenas uma funciona e nem todos os computadores possuem scanner”, informou opresidente do SOJUSTO.

Diante da grande demanda e pouca oferta, os Oficiais de Justiça-Avaliadores requerem a troca ou substituição dos equipamentos disponibilizados pela mesma quantidade, ou mais, de scanners e  impressoras, para asala dos Oficiais de Justiça.