{"id":9882,"date":"2013-11-06T21:36:00","date_gmt":"2013-11-06T21:36:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T00:00:00","slug":"2472-revision-v1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindojus-to.org.br\/index.php\/2013\/11\/06\/2472-revision-v1\/","title":{"rendered":"Concilia\u00e7\u00e3o por oficial de Justi\u00e7a no novo CPC Concilia\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sendcard.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Concilia\u00e7\u00e3o_por_oficial_de_Justi\u00e7a_no_novo_CPC_Concilia\u00e7\u00e3o.jpg\" alt=\"Concilia\u00e7\u00e3o por oficial de Justi\u00e7a no novo CPC Concilia\u00e7\u00e3o\"><br \/>\nO PDT apresentou destaque ao projeto do novo CPC com o objetivo de dar ao oficial de justi\u00e7a o poder de atuar como conciliador no momento da dilig\u00eancia. Ele poder\u00e1 certificar o conte\u00fado do acordo e a concord\u00e2ncia das partes.<\/p>\n<p>O projeto permite que o oficial de justi\u00e7a apenas registre a proposta de concilia\u00e7\u00e3o apresentada por qualquer das partes, que dever\u00e1 ser homologada pelo juiz, que notifica a parte contr\u00e1ria.<\/p>\n<p>Segundo acordo dos l\u00edderes, os partidos t\u00eam at\u00e9 segunda-feira (11) para apresentar os questionamentos sobre a parte geral do novo CPC. As partes seguintes s\u00e3o: processo de conhecimento (artigos 319 a 552), procedimentos especiais (artigos 553 a 786), execu\u00e7\u00e3o (artigos 787 a 941), recursos (artigos 942 a 1057) e disposi\u00e7\u00f5es finais e transit\u00f3rias (artigos 1058 a 1085).<\/p>\n<p>Fonte: C\u00e2mara dos Deputados\u00a0<\/p>\n<p>link: http:\/\/infojusbrasil.blogspot.com.br\/2013\/11\/conciliacao-por-oficial-de-justica-no.html#links<\/p>\n<p>Este inova\u00e7\u00e3o jur\u00eddica, embora j\u00e1 utilizada em muito na pr\u00e1tica, eu mesmo j\u00e1 intemediei muitas concilia\u00e7\u00f5es; \u00e9 muito bom para nossa fun\u00e7\u00e3o; trata-se de prest\u00edgio institucional.<\/p>\n<p>Quanto mais aribui\u00e7\u00f5es angariarmos, notadamente quanto mais importantes forem estas atribui\u00e7\u00f5es para a solu\u00e7\u00e3o do lit\u00edgio; isto elever\u00e1 ainda mais a import\u00e2ncia e prest\u00edgio institucional de nossa fun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Afinal de contas, al\u00e9m de sempre buscarmos a efetiva\u00e7\u00e3o de nossos direitos; n\u00e3o podemos perder de vista jamais nosso compromisso com a sociedade, pois a popula\u00e7\u00e3o \u00e9 que \u00e9 a nossa verdadeira empregadora, popula\u00e7\u00e3o esta que ao buscar a tutela jurisdicional deve ser tratada da melhor forma poss\u00edvel, afinal eles n\u00e3o tem nada a ver com nossos propblemas administrativos institucionais e \u00e9 nossa obriga\u00e7\u00e3o tratar toda e qualquer pessoa com urbanidade, respeito, celeridade e dedica\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n<p>Vamos torcer para a efetiva\u00e7\u00e3o ,de tal medida.<\/p>\n<p>Postado por Cristiano Rodrigues de Aquino, Oficial de Jusati\u00e7a lotado em Formoso do Araguaia (TO)<\/p>\n<p>Veja mais:<\/p>\n<p>quinta-feira, 7 de novembro de 2013<br \/>\nOficial de Justi\u00e7a Conciliador &#8211; Como ser\u00e1 a concilia\u00e7\u00e3o feita pelos oficiais de Justi\u00e7a?<br \/>\nO relat\u00f3rio do Novo CPC, aprovado em Comiss\u00e3o Especial da C\u00e2mara, no dia 17\/07\/2013, prev\u00ea que o oficial de Justi\u00e7a certifique, em mandado, proposta de concilia\u00e7\u00e3o apresentada por qualquer das partes, no ato do cumprimento de qualquer ato de comunica\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s, o juiz mandar\u00e1 intimar a parte contr\u00e1ria para manifestar sobre a proposta.<\/p>\n<p>A FENOJUS tenta incluir a atribui\u00e7\u00e3o de conciliador ao oficial de Justi\u00e7a, inclusive no site da C\u00e2mara dos Deputados consta que o PDT apresentou destaque incluindo a concilia\u00e7\u00e3o entre as atribui\u00e7\u00f5es do oficial de Justi\u00e7a, mas at\u00e9 agora ningu\u00e9m apresentou o texto dessa emenda do PDT. Mas at\u00e9 agora s\u00f3 temos o relat\u00f3rio da Comiss\u00e3o Especial da C\u00e2mara.<\/p>\n<p>Veja abaixo o texto do art. 154 do novo CPC, conforme relat\u00f3rio aprovado em 17\/07\/2013.<\/p>\n<p>Art. 154. Incumbe ao oficial de justi\u00e7a:<\/p>\n<p>I \u2013 fazer pessoalmente as cita\u00e7\u00f5es, pris\u00f5es, penhoras, arrestos e demais dilig\u00eancias pr\u00f3prias do seu of\u00edcio, certificando no mandado o ocorrido, com men\u00e7\u00e3o ao lugar, dia e hora, e realizando-os, sempre que poss\u00edvel, na presen\u00e7a de duas testemunhas;<br \/>\nII \u2013 executar as ordens do juiz a que estiver subordinado;<br \/>\nIII \u2013 entregar o mandado em cart\u00f3rio ap\u00f3s seu cumprimento;<br \/>\nIV \u2013 auxiliar o juiz na manuten\u00e7\u00e3o da ordem;<br \/>\nV \u2013 efetuar avalia\u00e7\u00f5es, quando for o caso;<br \/>\nVI \u2013 certificar, em mandado, proposta de concilia\u00e7\u00e3o apresentada por qualquer das partes, na ocasi\u00e3o de realiza\u00e7\u00e3o de ato de comunica\u00e7\u00e3o que lhe couber.<\/p>\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico. Certificada a proposta de concilia\u00e7\u00e3o prevista no inciso VI, o juiz ordenar\u00e1 a intima\u00e7\u00e3o da parte contr\u00e1ria para manifestar-se a respeito, no prazo de cinco dias, sem preju\u00edzo do andamento regular do processo, entendendo-se o sil\u00eancio como recusa.<\/p>\n<p>Fonte: Infojusbrasil<\/p>\n<p>link: http:\/\/infojusbrasil.blogspot.com.br\/2013\/11\/oficial-de-justica-conciliador-como.html#links<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O PDT apresentou destaque ao projeto do novo CPC com o objetivo de dar ao oficial de justi\u00e7a o poder de atuar como conciliador no momento da dilig\u00eancia. Ele poder\u00e1 certificar o conte\u00fado do acordo e a concord\u00e2ncia das partes. 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