{"id":9686,"date":"2014-08-30T17:52:00","date_gmt":"2014-08-30T17:52:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T00:00:00","slug":"6993-revision-v1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindojus-to.org.br\/index.php\/2014\/08\/30\/6993-revision-v1\/","title":{"rendered":"DISTRITO FEDERAL: TRF reconhece atividade profissional de risco e direito ao porte de arma para oficial de Justi\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sendcard.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DISTRITO_FEDERAL__TRF_reconhece_atividade_profissional_de_risco_e_direito_ao_porte_de_arma_para_oficial_de_Justi\u00e7a.jpg\" alt=\"DISTRITO FEDERAL: TRF reconhece atividade profissional de risco e direito ao porte de arma para oficial de Justi\u00e7a\"><br \/>\nsexta-feira, 29 de agosto de 2014<\/p>\n<p>No dia 25 de agosto de 2014, a 6\u00aa Turma do Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o, julgou recurso da Uni\u00e3o e remessa oficial, no qual reconheceu que o exerc\u00edcio do cargo efetivo de oficial de Justi\u00e7a Avaliador \u00e9 considerada atividade profissional de risco, nos termos do inciso I do \u00a71\u00ba da Lei 10.826\/2003 (Estatuto do Desarmamento) e se preenchidos os requisitos legais, tem o direito ao porte de arma.<\/p>\n<p>O Departamento de Pol\u00edcia Federal do DF, na seara administrativa, tinha negado o porte de arma ao oficial de Justi\u00e7a, alegando que mesmo cumprindo todos os requisitos legais, a concess\u00e3o do porte seria ato totalmente &#8220;discricion\u00e1rio&#8221; da administra\u00e7\u00e3o (Pol\u00edcia Federal). Ou seja, n\u00e3o bastava preencher os requisitos da lei, mas tamb\u00e9m outros crit\u00e9rios subjetivos, \u00e0 crit\u00e9rio da autoridade concedente.<\/p>\n<p>A decis\u00e3o do TRF1 mant\u00e9m decis\u00e3o de 1\u00aa inst\u00e2ncia que entendeu que basta preencher os requisitos previstos na Lei 10.826\/2003, n\u00e3o podendo a autoridade concedente estabelecer outros crit\u00e9rios subjetivos para deferir a concess\u00e3o do porte de arma.<\/p>\n<p>Veja a ementa do julgamento dos autos n.\u00ba (ApReeNec) 0063946-77.2011.4.01.3400, que ser\u00e1 publicado no e-DJF1 de 01\/09\/2014:<\/p>\n<p>ADMINISTRATIVO. MANDADO DE SEGURAN\u00c7A. ESTATUTO DO DESARMAMENTO. AUTORIZA\u00c7\u00c3O PARA O PORTE DE ARMA DE FOGO A OFICIAL DE JUSTI\u00c7A AVALIADOR. POSSIBILIDADE. I \u2013 A regra do Estatuto do Desarmamento \u00e9 pela proibi\u00e7\u00e3o do porte de arma de fogo em todo o territ\u00f3rio nacional, excepcionando, pois, os casos legalmente previstos e as hip\u00f3teses elencadas em seu art. 6\u00ba, bem como as autoriza\u00e7\u00f5es revestidas de precariedade insertas no poder discricion\u00e1rio da Pol\u00edcia Federal a ser exercido nos limites conferidos no ordenamento jur\u00eddico.<br \/>\n\u00a0II \u2013 O exerc\u00edcio efetivo do cargo de Oficial de Justi\u00e7a Avaliador agrega a seu ocupante a qualidade de executor de ordens judiciais, considerada atividade profissional de risco nos termos do inciso I do \u00a7 1\u00ba do artigo 10 da Lei 10.826\/2003, conforme estipulado pelo artigo 18, \u00a7 2\u00ba, I, da Instru\u00e7\u00e3o Normativa n. 23\/2005-DG, do Departamento de Pol\u00edcia Federal, que estabeleceu os procedimentos para o cumprimento do Estatuto do Desarmamento, regulamentado pelo Decreto 5.123\/2004, raz\u00e3o pela qual deve ser observado o estrito cumprimento do ordenamento jur\u00eddico e concedida a seguran\u00e7a afim de superar o requisito normativo e determinar \u00e0 autoridade policial que verifique a presen\u00e7a das demais exig\u00eancias legais para o deferimento do porte de arma de fogo.<br \/>\n\u00a0III \u2013 Apela\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o e remessa oficial a que se nega provimento.<\/p>\n<p>Fonte: InfoJus BRASIL: O site dos Oficiais de Justi\u00e7a do Brasil<\/p>\n<p>Link:\u00a0http:\/\/www.infojusbrasil.com.br\/2014\/08\/distrito-federal-trf-reconhece.html#links<\/p>\n<p>Postado por Cristiano R. de Aquino, OJA lotado em Formoso do Araguaia\/TO<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>sexta-feira, 29 de agosto de 2014 No dia 25 de agosto de 2014, a 6\u00aa Turma do Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o, julgou recurso da Uni\u00e3o e remessa oficial, no qual reconheceu que o exerc\u00edcio do cargo efetivo de oficial de Justi\u00e7a Avaliador \u00e9 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